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terça-feira, 18 de agosto de 2015

RESENHA SÉRIES: Heroes Reborn: Dark Matters (2015)

 

HEROES REBORN: DARK MATTERS (2015)

Direção: Tanner Kling

Elenco: Aislinn Paul, Henry Zebrowski, Greta Onieogou, Clé Bennett.

[pode conter SPOILERS, por isso leia por sua conta e risco]

Heroes_Reborn_Dark-MattersApós a revelação de Claire Bennet (Hayden Panettiere) em “Heroes: Runaways” (2009-2010), o EVO’s (abreviação de Evolved Humans ou Humanos Evoluídos, em português) começaram a ser mais discriminados. Para ter um controle sobre esses evoluídos, os governos começaram a catalogá-los, mas existe a resistência que injeta vídeos virais na internet, mostrando para outros semelhantes a eles se revelarem e é o que ocorre com Phoebe Frady (Aislinn Paul), que consegue controlar a própria sombra. Incentivada pelos vídeos na internet, Phoebe decide se revelar para o irmão, Quentin (Henry Zebrowski), que fica fascinado pela irmã ser uma EVO.

Quando vai para a faculdade, Phoebe se torna colega de quarto de Aly (Greta Onieogou), que conhece as capacidades da jovem. Phoebe se torna mais ativa no movimento pró-EVO e termina sendo presa e catalogada. Durante uma busca por estágio na faculdade ela é abordada por Harris Prime (Clé Bennett), que lhe oferece emprego em uma companhia que contrata EVO’s. Com seus poderes aumentando, Phoebe termina desaparecendo e levando seu irmão em uma busca desenfreada por ela e por respostas.

Qualquer coisa que eu venha a falar mais será entregar demais os seis episódios dessa webssérie de apresentação do que virá pela frente.Heroes_Reborn_Dark-Matters2

“Heroes Reborn: Dark Matters” é isso mesmo que escrevi acima, uma webssérie em seis episódios que duram em torno de 5 minutos, cada, contando o que aconteceu cinco anos depois do final de “Heroes: Runaways”. Nessa microssérie, já vemos o clima dramático que acontecerá no seriado que estreia em 24 de setembro na NBC. Somente temos um vislumbre dos personagens criados por Tim Kring em 2006, quando a saga de Heroes começou na NBC.

A série foi interrompida devido a baixa audiência e aos episódios que demoravam para desenrolar a trama. Com “Dark Matters” – não confundir com a série de ficção científica do Syfy que pretendo falar em breve – podemos perceber que a trama parece bem escrita e desenvolvida. Essa microssérie teve seis episódios, mantendo uma tensão e descobertas do começo ao fim, vamos torcer para que a série, com treze episódios, faça o mesmo. (todos os episódios podem ser  vistos no site da NBC (em inglês))